Se passarmos a vida construindo pontes em lugar de muros, se abrirmos janelas para o mundo e não nos encerrarmos em uma cela cheia de espelhos em que só vemos nós mesmos, não temos porque temer a solidão. - Ignacio Larrañaga, As Forças da Decadência 2005, p. 181.
O meu olhar. O olhar do outro. O olhar profano. E o místico. Feminino e masculino. Olhares apaixonados. Outros, razão pura. Todos, restritos. Poucos se aproximam do Infinito. São nossos olhares, distintos olhares sobre o mesmo Universo. Porque "agora vemos em espelho e de maneira confusa, mas, depois, veremos face a face. Agora meu conhecimento é limitado, mas, depois, conhecerei como sou conhecido" (1Cor 13, 12).
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