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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Ser único e irrepetível

“Ama-me tal como és.”
   Podemos escolher, hoje, estar felizes com o que somos, com o que temos, ou viver amargurados pelo que não temos ou não podemos.
   Somente poderemos florescer no dia em que aceitarmos que somos o que somos, que somos únicos e que ninguém pode fazer o que nós viemos fazer. – Ignacio Larrañaga, Carta Circular nº 23, agosto de 2007.


segunda-feira, 29 de junho de 2015

Evocações

   Quero anunciar um Deus em cuja memória não se registram falhas dos povos e em cujo dicionário não se encontra a palavra castigo. - Ignacio Larrañaga, Cartas Circulares, Carta Circular nº 26 dez. 2010, p. 2.

sábado, 25 de outubro de 2014

Um novo Deus

   Quero anunciar um Deus em cuja memória não se registram falhas dos povos e em cujo dicionário não se encontra a palavra castigo. - Ignacio Larrañaga, Carta Circular nº 26 dez. 2010, p. 2.


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Ébrio de mim mesmo

Evocações
   Consideramos a vida vazia e inútil quando nossa alma vaga por lugares desolados ou quando o coração está ébrio de si mesmo. - Ignacio Larrañaga, Carta Circular 26, dez. 2010, p. 2.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Amém!

   Conheci um crente que, em uma oportunidade, pegou uma grande folha de papel branco. Na parte inferior, como rubrica, colocou, com letras grandes, uma só palavra: AMÉM.
   Em seguida, desde de cima da página, começou a escrever a longa e dolorosa história de sua vida: os fracassos imprevistos, as grandes calamidades, os desenganos e as incompreensões. Amém à insônia, à fadiga, à chuva e ao sol, aos tórridos verões e aos invernos gelados. Amém aos companheiros irritáveis, cheios de nervos e manias. Amém aos pais que padecem pela idade, que os tornam egoístas e de mau gênio.
   Mas aquele amém que, com letras grandes, havia colocado ao pé da página, havia transformado tudo em amor, havia neutralizado o veneno e transformado a amargura em doçura.
   Desta maneira, olhando para trás, aquele amém de letras grandes havia convertido sua vida em uma existência radiante. - Ignacio Larrañaga, Carta Circular nº 21 junho 2006, p. 11.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Sobre a alegria

   A pobreza mais profunda é a carência de alegria. Esta pobreza está hoje presente nas sociedades pobres e ricas. A incapacidade de alegria produz a incapacidade de amar e esta, por sua vez, arrasta invejas e outros sentimentos mesquinhos. - Ignacio Larrañaga, Carta Circular nº 23, p. 11.




quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O impossível

   Comece fazendo o que é necessário, depois, o que é possível e, de repente, estará fazendo o impossível. - Ignacio Larrañaga, Carta Circular nº 23, p. 9.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Humana humilitas

Evocações   
   Um dia me dei conta de que, quando dou as costas ao Sol, não vejo mais que minha própria sombra. - Ignacio Larrañaga, Cartas Circulares, Carta Circular nº 26 jun. 2010, p. 2.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

A magia do amor

   Aqui está o segredo, lhes disse Francisco: “O bandoleiro é um enfermo de amor”. E lhes disse: “Repartam um pouco de pão e um pouco de carinho pelo mundo e já poderão fechar todos os cárceres”. - Ignacio Larrañaga, Cartas Circulares 2005, Circular nº 11 nov. 1998, p. 134.