O meu olhar. O olhar do outro. O olhar profano. E o místico. Feminino e masculino. Olhares apaixonados. Outros, razão pura. Todos, restritos. Poucos se aproximam do Infinito. São nossos olhares, distintos olhares sobre o mesmo Universo. Porque "agora vemos em espelho e de maneira confusa, mas, depois, veremos face a face. Agora meu conhecimento é limitado, mas, depois, conhecerei como sou conhecido" (1Cor 13, 12).
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Nostalgia
O que é nostalgia? Uma busca interminável de uma plenitude que nunca chegará. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 19.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Em direção ao Um
Sem perceber, sob todas a nossas insatisfações, corre uma torrente que se dirige para o Um, o único Um capaz de concentrar as forças do homem e de acalmar suas quimeras. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 20.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Oração
Deixando de rezar, Deus acabará por ser "ninguém". - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 31.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
o Sentido
[...] a recuperação do sentido de Deus é a primeira inquietação e a primeira esperança. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 16.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Contentamento
A alegria é a serenidade imperturbável de quem está acima das alternativas da vida. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 466.
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
A noite escura
O mistério profundo da fé está justamente nestas duas expressões antitéticas que percorrem, alternam e dominam o cântico: como eu sei bem (certeza), mesmo que seja noite (escuridão).
Mesmo que o tédio visite velhos e jovens, e o ódio se aninhe nos corações, mesmo que quebrem a cabeça tramando vingança, mesmo que as flores acabem no lixo e os sinos toquem a finados, e o suicídio seja a única saída para alguns, e a fatalidade, a crueldade e a deslealdade pareçam as únicas rainhas do mundo...
Como eu sei bem que o Amor governa o mundo e que, se meu Deus é todo-poderoso, também é, e acima de tudo, um Pai todo-carinhoso que cuida de nós com a ternura de uma mãe. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, pp. 113-114.
Mesmo que o tédio visite velhos e jovens, e o ódio se aninhe nos corações, mesmo que quebrem a cabeça tramando vingança, mesmo que as flores acabem no lixo e os sinos toquem a finados, e o suicídio seja a única saída para alguns, e a fatalidade, a crueldade e a deslealdade pareçam as únicas rainhas do mundo...
Como eu sei bem que o Amor governa o mundo e que, se meu Deus é todo-poderoso, também é, e acima de tudo, um Pai todo-carinhoso que cuida de nós com a ternura de uma mãe. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, pp. 113-114.
domingo, 16 de agosto de 2015
Deus não está no barulho
Ou mais exatamente: é impossível encontrar Deus no barulho. Este barulho pode ser externo; não tem importância. Qualquer um pode ter um grande momento com Deus na agitação de um aeroporto ou no burburinho da rua. Mas o barulho interior põe o silêncio em xeque.
[...] o barulho interior é o que impede o silêncio. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, pp. 188-189.
[...] o barulho interior é o que impede o silêncio. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, pp. 188-189.
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Travessia
Amanhecemos de repente neste mundo e descobrimos que tudo, ou quase tudo, está determinado. Não temos nada que escolher.
Com o que nos colocaram em cima, temos de fazer uma corrida. Alguns pegaram um corcel dócil e veloz. Outros ficaram com um cavalo lerdo. Para outros, coube um potro indômito. E todos vão ter de atravessar necessariamente o circo. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 168.
terça-feira, 9 de junho de 2015
Nem sorte, nem azar
Não há sorte ou azar, mas um timoneiro que conduz os fatos com mão firme. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 28.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Janelas de saída
A vida nos foi dada para sermos felizes e para fazermos os outros felizes. Faremos felizes na medida em que formos felizes. O Pai colocou-nos em um jardim. Somos nós que transformamos o jardim em vale de lágrimas com nossa falta de fé, de amor e de sabedoria. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 149.
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| Claude MONET | Jardim de Monet em Giverny | 188_ |
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Não sabemos nada

Tenho certeza: se nós tivéssemos a perspectiva da eternidade, como o Pai, todas as coisas adversas que acontecem cada dia seriam consideradas por nós como carinhos especiais do Pai para conosco, seus filhos, para nos libertar, curar, despertar, purificar etc. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 154.
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Poder, Amor, Revolução

Não se descobriu outra “ciência” nem outra revolução para a transformação do ser humano a não ser aquela revelação trazida por Jesus: renunciar aos sonhos de onipotência, reconhecer a incapacidade da salvação pelos meios humanos, tomar consciência da nossa miséria e fragilidade, nos entregarmos confiada e incondicionalmente nas poderosas mãos de Deus e permitir-lhe, dia após dia, abandonados com absoluta “passividade” nas suas mãos, sermos transformados desde as raízes. Só Deus é o Poder, o Amor e a Revolução. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 473.
quinta-feira, 5 de março de 2015
Eu e uma só vez
[...] eu "sou" eu, um mistério inédito e irrepetível. Todos os outros são os "outros"; cada um uma experiência única. Nem eles "entrarão" em mim, nem eu neles. Ninguém se experimentará jamais como eu. Eu nunca me experimentarei como os outros. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 408.
Sou uma realidade irrepetível, absoluta, única, singular. Como eu, ninguém. Meu caso não se repete. - Ignacio Larrañaga, Encontro de Experiência de Deus.
Sou uma realidade irrepetível, absoluta, única, singular. Como eu, ninguém. Meu caso não se repete. - Ignacio Larrañaga, Encontro de Experiência de Deus.
quarta-feira, 4 de março de 2015
Sem temor
O amor liberta do temor. Quem se sente amado não tem medo. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 429.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Encontro profundo
Que calem os dicionários e fale o silêncio. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 309.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Fé
São João da Cruz não se cansa de repetir, com palavras diferentes, que a fé “é um hábito da alma, certo e escuro”.
[...] “a fé é substância das coisas que se esperam e, mesmo que o entendimento consinta nelas com firmeza e certeza, não são coisas que possam ser descobertas ao entendimento porque, se o fossem, já não seria fé. Isso, embora dê certeza ao entendimento, não lhe dá clareza, mas escuridão” (2 Subida 6,2). - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 94.
[...] “a fé é substância das coisas que se esperam e, mesmo que o entendimento consinta nelas com firmeza e certeza, não são coisas que possam ser descobertas ao entendimento porque, se o fossem, já não seria fé. Isso, embora dê certeza ao entendimento, não lhe dá clareza, mas escuridão” (2 Subida 6,2). - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 94.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Envolto pela neblina
No fundo, o ser humano não é sábio: não quer abrir os olhos e reluta em aceitar a si mesmo em seu exato valor.
As pessoas têm, frequentemente, uma imagem inchada de si mesmas. Desejam ardentemente que os resultados de sua atuação estejam à altura dessa ideia que têm de si mesmas. Mas, como em geral essa adequação não acontece, as pessoas reagem entre frustradas e ressentidas.
Estamos à beira da loucura, internados na neblina da alucinação. - Ignacio Larrañaga Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 154.
As pessoas têm, frequentemente, uma imagem inchada de si mesmas. Desejam ardentemente que os resultados de sua atuação estejam à altura dessa ideia que têm de si mesmas. Mas, como em geral essa adequação não acontece, as pessoas reagem entre frustradas e ressentidas.
Estamos à beira da loucura, internados na neblina da alucinação. - Ignacio Larrañaga Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 154.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
O sentido
Deus providenciará é o fundo musical que dá sentido a tudo. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 57.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
O silêncio de Deus
São João da Cruz expressa admiravelmente o silêncio de Deus com versos imortais:
Onde te escondestes,
Amado, que me deixaste gemendo?
Fugiste como o cervo,
deixando-me ferido;
saí clamando atrás de ti,
e tinhas ido. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 67.
Onde te escondestes,
Amado, que me deixaste gemendo?
Fugiste como o cervo,
deixando-me ferido;
saí clamando atrás de ti,
e tinhas ido. - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 67.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Novas tentações
Vivemos no novo deserto. O caminho para Deus está eriçado de dificuldades. As tentações mudaram de nome. Antigamente, as tentações eram panelas cheias, peixe frito, carne assada, cebolas e pepinos do Egito. Hoje, as tentações são horizontalismo, hedonismo, secularismo, subjetivismo, espontaneidade, frivolidade.
Quantos peregrinos chegarão à Terra Prometida? - Ignacio Larrañaga, Mostra-me o Teu Rosto 2011, p. 49.
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