Sofrimento é a vontade contrariada. - Ignacio Larrañaga
Ó virtude de obedecer que podes tudo! - Teresa d'Ávila
O meu olhar. O olhar do outro. O olhar profano. E o místico. Feminino e masculino. Olhares apaixonados. Outros, razão pura. Todos, restritos. Poucos se aproximam do Infinito. São nossos olhares, distintos olhares sobre o mesmo Universo. Porque "agora vemos em espelho e de maneira confusa, mas, depois, veremos face a face. Agora meu conhecimento é limitado, mas, depois, conhecerei como sou conhecido" (1Cor 13, 12).
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segunda-feira, 28 de setembro de 2015
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Angústia
Podemos afirmar que o subproduto mais característico da modernidade é a angústia. Se subirmos aos horizontes da filosofia, do teatro, da poesia, do cinema, da literatura em geral, descobriremos uma estranha identificação entre o homem (moderno) e a angústia. - Ignacio Larrañaga, Sofrimento e Paz 2013, p. 83.
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Camuflagem
[...] a humilhação não é senão um orgulho camuflado. - Ignacio Larrañaga, Sofrimento e Paz 2013, p. 81
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Eis o segredo:
ser eternamente criança para ser capaz de dar um nome novo a cada situação, a cada coisa, uma por uma, como na primeira manhã da criação. - Ignacio Larrañaga, Sofrimento e Paz 2013, p. 60.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Por mim mesmo
Não há especialista que possa salvar-me com suas análises e receitas. A “salvação” é a arte de viver, e a arte aprende-se vivendo: ninguém pode viver por mim ou no meu lugar. Não há profissional ou mestre que seja capaz de infundir no discípulo coragem suficiente para jogar-se pela ladeira da salvação; é o próprio discípulo que precisa tirar de seu fundo ancestral as energias elementares para atrever-se a enfrentar o mistério da vida com todos os seus desafios, exigências e ameaças.
É a própria pessoa que pode e deve salvar a si mesma, para adquirir a tranquilidade da mente e o gozo de viver.
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Para isso, tem que começar acreditando em si mesma e tomando consciência que todo ser humano é portador de imensas capacidades que, normalmente, estão adormecidas em suas galerias interiores; capacidades pelas quais o homem pode muito mais do que imagina, se as despertar e trouxer para a luz. Além disso, ele dispõe de sua mente, grávida de forças positivas a que pode dar livre curso.
[...] No fim, não tenho outro “salvador” senão eu mesmo. - Ignacio Larrañaga, Sofrimento e Paz 2013, pp. 19 e 21.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
A rotina
É como um cupim que, silencioso e invisível, vai penetrando na madeira até corroê-la e enfraquecer os fundamentos do edifício.
É como a penumbra que desliza imperceptivelmente para dentro dos aposentos interiores na hora do crepúsculo: por não ser luz, não é amada; por não ser escuridão, não é temida. Passa despercebida.
Não é carcinoma nem vírus. Não aparece tipificada em nenhum quadro patológico. Os profissionais não a conhecem, ou pelo menos não se preocupam com ela. Por isso ninguém estuda sua etiologia nem procura remédios para combatê-la. Não se mete em aventuras nem se envolve em escândalos. Passa tão despercebida que ninguém se assusta nem com a sua sombra.
É a rotina.
A morte da capacidade de maravilhar-se chama-se rotina. – Ignacio Larrañaga, Sofrimento e Paz 2013, pp. 56-58.
É como a penumbra que desliza imperceptivelmente para dentro dos aposentos interiores na hora do crepúsculo: por não ser luz, não é amada; por não ser escuridão, não é temida. Passa despercebida.
Não é carcinoma nem vírus. Não aparece tipificada em nenhum quadro patológico. Os profissionais não a conhecem, ou pelo menos não se preocupam com ela. Por isso ninguém estuda sua etiologia nem procura remédios para combatê-la. Não se mete em aventuras nem se envolve em escândalos. Passa tão despercebida que ninguém se assusta nem com a sua sombra.
É a rotina.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Mais sobre a alegria
Disse um amigo ao outro, sobre a ponte:
- Olha como os peixes estão alegres no rio.
O outro replicou:
- Como é que tu, que não és peixe, sabes que os peixes estão alegres no rio?
O primeiro respondeu:
- Por minha alegria em cima da ponte. Apólogo chinês - Ignacio Larrañaga, Sofrimento e Paz 2013, p. 5.
- Olha como os peixes estão alegres no rio.
O outro replicou:
- Como é que tu, que não és peixe, sabes que os peixes estão alegres no rio?
O primeiro respondeu:
- Por minha alegria em cima da ponte. Apólogo chinês - Ignacio Larrañaga, Sofrimento e Paz 2013, p. 5.
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| Terry GILECKI | Paint Brush |
Lembre-se sempre que a existência é uma festa, e viver é um privilégio. Há uma planta que você tem que cultivar diariamente com especial cuidado e carinho: a alegria. Quando essa planta inundar sua casa com a sua fragrância, todos os seus irmãos, e até os peixes do rio, vão saltar de alegria. - Ignacio Larrañaga, Sofrimento e Paz 2013, pp. 82-83.
sábado, 27 de setembro de 2014
Eu, salvador de mim
Não há especialista que possa salvar-me com suas análises e receitas. A “salvação” é a arte de viver, e a arte de viver aprende-se vivendo: ninguém pode viver por mim ou no meu lugar. Não há profissional ou orientador que seja capaz de infundir no discípulo coragem suficiente para jogar-se pela ladeira da salvação; é o próprio discípulo que precisa tirar de seu fundo ancestral as energias elementares para atrever-se a enfrentar o mistério da vida com todos os seus desafios, exigências e ameaças.
É a própria pessoa que pode e deve salvar a si mesma, para adquirir a tranquilidade da mente e o gozo de viver. Para isso, tem que começar acreditando em si mesma e tomando consciência que todo ser humano é portador de imensas capacidades que, normalmente, estão adormecidas em suas galerias interiores; capacidades pelas quais o homem pode muito mais do que imagina, se as despertar e trouxer para a luz. Além disso, ele dispõe de sua mente, grávida de forças positivas a que pode dar livre curso. [...]
No fim, não tenho outro “salvador” senão eu mesmo. - Ignacio Larrañaga, Sofrimento e Paz 2013, pp. 19-21.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
As obsessões
A religião, principalmente se está alicerçada na culpa e no temor, é uma das fontes mais profundas de obsessão e angústia. - Ignacio Larrañaga, Sofrimento e Paz 2013, p. 63.
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Amigos para o caminho
Não há especialista que possa salvar-me com suas análises e receitas. A “salvação” é a arte de viver, e a arte aprende-se vivendo: ninguém pode viver por mim ou no meu lugar. Não há profissional ou mestre que seja capaz de infundir no discípulo coragem suficiente para jogar-se pela ladeira da salvação; é o próprio discípulo que precisa tirar de seu fundo ancestral as energias elementares para atrever-se a enfrentar o mistério da vida com todos os seus desafios, exigências e ameaças.
É a própria pessoa que pode e deve salvar a si mesma, para adquirir a tranquilidade da mente e o gozo de viver. Para isso, tem que começar acreditando em si mesma e tomando consciência que todo ser humano é portador de imensas capacidades que, normalmente, estão adormecidas em suas galerias interiores; capacidades pelas quais o homem pode muito mais do que imagina, se as despertar e trouxer para a luz. Além disso, ele dispõe de sua mente, grávida de forças positivas a que pode dar livre curso. [...]
No fim, não tenho outro “salvador” senão eu mesmo. - Ignacio Larrañaga, Sofrimento e Paz 2013, pp. 19 e 21.
The Truth is a Pathless Land: man cannot come to it through any organization, through any creed, through any dogma, priest or ritual, not through any philosophic knowledge or psychological technique. He has to find it through the mirror of relationship, through the understanding of the contents of his own mind, through observation and not through intellectual analysis or introspective dissection. - J. Krishnamurti.
E conhecereis a Verdade e a Verdade Vos libertará (Jo 8, 32).
É a própria pessoa que pode e deve salvar a si mesma, para adquirir a tranquilidade da mente e o gozo de viver. Para isso, tem que começar acreditando em si mesma e tomando consciência que todo ser humano é portador de imensas capacidades que, normalmente, estão adormecidas em suas galerias interiores; capacidades pelas quais o homem pode muito mais do que imagina, se as despertar e trouxer para a luz. Além disso, ele dispõe de sua mente, grávida de forças positivas a que pode dar livre curso. [...]
No fim, não tenho outro “salvador” senão eu mesmo. - Ignacio Larrañaga, Sofrimento e Paz 2013, pp. 19 e 21.
The Truth is a Pathless Land: man cannot come to it through any organization, through any creed, through any dogma, priest or ritual, not through any philosophic knowledge or psychological technique. He has to find it through the mirror of relationship, through the understanding of the contents of his own mind, through observation and not through intellectual analysis or introspective dissection. - J. Krishnamurti.
E conhecereis a Verdade e a Verdade Vos libertará (Jo 8, 32).
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