Neste dia 2 de agosto, para lembrar a Benção do Perdão concedida a Francisco de Assis pelo papa Honório III em 1216, compartilho este vídeo, o primeiro de quatro (em média, 15 min cada um), que apresentam Francisco e sua mensagem de amor: "Vi voglio mandare tutti in paradiso, e vi annuncio un’indulgenza, che ho ottenuto dalla bocca del sommo pontefice".
O meu olhar. O olhar do outro. O olhar profano. E o místico. Feminino e masculino. Olhares apaixonados. Outros, razão pura. Todos, restritos. Poucos se aproximam do Infinito. São nossos olhares, distintos olhares sobre o mesmo Universo. Porque "agora vemos em espelho e de maneira confusa, mas, depois, veremos face a face. Agora meu conhecimento é limitado, mas, depois, conhecerei como sou conhecido" (1Cor 13, 12).
sábado, 2 de agosto de 2014
Nudez, Liberdade, Alegria
Era o homem mais livre do mundo. Não estava vinculado a nada. Não podia perder nada porque não tinha nada. Por que temer? Por que perturbar-se? Por acaso a perturbação não é um exército de defesa das propriedades ameaçadas? Quem não tem nada nem quer ter, vai preocupar-se com o quê? O Irmão não tinha roupa, comida, nem teto. Não tinha pai, mãe, irmãos. Não tinha prestígio, estima dos concidadãos, dos amigos ou da vizinhança. É na terra despojada e nua que nasce e cresce, alta, a árvore florida da liberdade. [...]
Um homem despojado é um homem entregue, como essas aves implumes que estão felizes nas mãos cálidas do Pai. Quando não se tem nada, Deus transforma-se em tudo. - Ignacio Larrañaga, O Irmão de Assis 2012, pp. 93-94.
Um homem despojado é um homem entregue, como essas aves implumes que estão felizes nas mãos cálidas do Pai. Quando não se tem nada, Deus transforma-se em tudo. - Ignacio Larrañaga, O Irmão de Assis 2012, pp. 93-94.
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