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sábado, 9 de maio de 2015

Apagando a chama

   Quando o ser humano não mais se refere ou se liga ao "eu", cessam-se os temores, as angústias e obsessões, que são chamas vivas. Após serem apagadas, nasce o descanso, do mesmo modo que, consumido o óleo da lâmpada, o fogo se apaga.
   Morre o "eu" e nasce a liberdade. - Ignacio Larrañaga, O Sentido da Vida 2005, p. 119.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Quando é verdadeiro

   Em um relacionamento verdadeiro é necessário haver integração, não absorção. É preciso haver união, não identificação, pois, nesta, cada um perde a própria identidade. - Ignacio Larrañaga, O Sentido da Vida 2005, p. 221.

sábado, 2 de maio de 2015

o EGO II

Cheios de si   
   Se avançarmos por um caminho de aplausos e louros, podemos nos converter rapidamente em prisioneiros de nós mesmos. - Ignacio Larrañaga, O Sentido da Vida 2005, p. 115.




terça-feira, 25 de novembro de 2014

Seu coração


O coração do ser humano é um poço infinito que infinitos finitos nunca poderão preencher.           - Ignacio Larrañaga, O Sentido da Vida 2005, p. 62.

domingo, 23 de novembro de 2014

Autocentrado

   Se avançarmos por um caminho de aplausos e louros, podemos nos converter rapidamente em prisioneiros de nós mesmos. - Ignacio Larrañaga, O Sentido da Vida 2005, p. 115.

Stephen Lorenzo Walkes | 2012
Santos Palacios | 2013
  

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Silêncio!

   É impossível escutar a canção da terra no barulho das ruas. - Ignacio Larrañaga, O Sentido da Vida 2005, p. 66.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Sine qua non

Para amar, é preciso ser livre.
- Ignacio Larrañaga, O Sentido da Vida 2005, p. 194.
       

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

A cada manhã

   Senhor, envia-me a cada manhã um anjo para que arranque de meu coração os cardos e as urtigas caso, durante a noite, o inimigo os tenha plantado. - Ignacio Larrañaga, O Sentido da Vida 2011, p. 50.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Doação

   O amor que não se dá continuamente está morrendo lentamente. - Ignacio Larrañaga, O Sentido da Vida 2005, p. 34.