Quando o ser humano não mais se refere ou se liga ao "eu", cessam-se os temores, as angústias e obsessões, que são chamas vivas. Após serem apagadas, nasce o descanso, do mesmo modo que, consumido o óleo da lâmpada, o fogo se apaga.
Morre o "eu" e nasce a liberdade. - Ignacio Larrañaga, O Sentido da Vida 2005, p. 119.
O meu olhar. O olhar do outro. O olhar profano. E o místico. Feminino e masculino. Olhares apaixonados. Outros, razão pura. Todos, restritos. Poucos se aproximam do Infinito. São nossos olhares, distintos olhares sobre o mesmo Universo. Porque "agora vemos em espelho e de maneira confusa, mas, depois, veremos face a face. Agora meu conhecimento é limitado, mas, depois, conhecerei como sou conhecido" (1Cor 13, 12).
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sábado, 9 de maio de 2015
terça-feira, 5 de maio de 2015
Quando é verdadeiro
Em um relacionamento verdadeiro é necessário haver integração, não absorção. É preciso haver união, não identificação, pois, nesta, cada um perde a própria identidade. - Ignacio Larrañaga, O Sentido da Vida 2005, p. 221.
sábado, 2 de maio de 2015
o EGO II
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Seu coração
domingo, 23 de novembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Silêncio!
terça-feira, 18 de novembro de 2014
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
A cada manhã
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Doação
O amor que não se dá continuamente está morrendo lentamente. - Ignacio Larrañaga, O Sentido da Vida 2005, p. 34.
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