O meu olhar. O olhar do outro. O olhar profano. E o místico. Feminino e masculino. Olhares apaixonados. Outros, razão pura. Todos, restritos. Poucos se aproximam do Infinito. São nossos olhares, distintos olhares sobre o mesmo Universo. Porque "agora vemos em espelho e de maneira confusa, mas, depois, veremos face a face. Agora meu conhecimento é limitado, mas, depois, conhecerei como sou conhecido" (1Cor 13, 12).
Mostrando postagens com marcador ansiedade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ansiedade. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Ansiedade
O pior dos sofrimentos – a ansiedade – deriva do pior dos males: não saber para que se está neste mundo. Por isso, dissemos que a ansiedade se parece com um suicídio lento e com a região da morte. Nietzsche dizia que quem tem um objetivo na vida é capaz de suportar qualquer coisa. Eu acrescentaria que a vida que tiver sentido jamais vai conhecer a ansiedade, ao menos a ansiedade profunda e permanente. - Ignacio Larrañaga, Suba Comigo 2011, p. 20.
Assinar:
Postagens (Atom)