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| Leonardo DA VINCI | A última ceia | 1498 |
O meu olhar. O olhar do outro. O olhar profano. E o místico. Feminino e masculino. Olhares apaixonados. Outros, razão pura. Todos, restritos. Poucos se aproximam do Infinito. São nossos olhares, distintos olhares sobre o mesmo Universo. Porque "agora vemos em espelho e de maneira confusa, mas, depois, veremos face a face. Agora meu conhecimento é limitado, mas, depois, conhecerei como sou conhecido" (1Cor 13, 12).
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quinta-feira, 24 de março de 2016
por Amor
E tomou um pão, deu graças, partiu e deu-o a eles dizendo: "Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória". E, depois de comer, fez o mesmo com a taça, dizendo: "Esta taça é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado por vós". Lc 22, 19-20
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Virgindade
A virgindade é silêncio e solidão em si mesma. [...]
A virgindade é liberdade. Um coração virgem não pode permitir que pessoa alguma domine ou absorva esse coração, mesmo quando amar e for amado profundamente. Deus é liberdade nele. É possível que o sinal inequívoco da virgindade esteja nisto: não cria dependências nem fica dependente de ninguém. Aquele que é livre - virgem - sempre liberta, amando e sendo amado. É Deus que realiza esse equilíbrio. - Ignacio Larrañaga, O Silêncio de Maria 2012, p. 99.
A virgindade é liberdade. Um coração virgem não pode permitir que pessoa alguma domine ou absorva esse coração, mesmo quando amar e for amado profundamente. Deus é liberdade nele. É possível que o sinal inequívoco da virgindade esteja nisto: não cria dependências nem fica dependente de ninguém. Aquele que é livre - virgem - sempre liberta, amando e sendo amado. É Deus que realiza esse equilíbrio. - Ignacio Larrañaga, O Silêncio de Maria 2012, p. 99.
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| Leonardo da VINCI | santa Ana, a Virgem (detalhe), o menino Jesus e o menino são João | 1498 |
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